Cara Delevingne vai bem em “Cidades de Papel”, seu primeiro papel de destaque no cinema

ESTILO assistiu à pré-estreia do longa-metragem e conta tudo sobre o filme a seguir.

Cidades de Papel, segundo título do escritor John Green a virar filme, estreia na próxima quinta-feira (09) em salas de todo o país. A expectativa é grande: a adaptação cinematográfica de A Culpa É Das Estrelas, também de autoria do norte-americano, foi o filme mais visto no Brasil em 2014, segundo dados da Ancine (Agência Nacional do Cinema).

O novo longa-metragem conta a história de Quentin Jacobsen (Nat Wolff), um garoto do último ano do ensino médio que é apaixonado por sua vizinha Margo Roth Spielgeman (Cara Delevingne) desde criança. Muito amigos na infância, os dois acabam se distanciando após alguns poucos anos de amizade intensa. Mas tudo muda quando, certa noite, Margo invade o quarto de Quentin e o convida para uma série de aventuras – na verdade, uma vingança contra o namorado que a traiu e amigos que esconderam a infidelidade.

Pela manhã, a personagem de Cara Delevingne some. E é aí que a história ganha fôlego. Com a ajuda dos amigos Ben e Radar, Quentin sai em busca de pistas deixadas por Margo. O contexto é marcado por momentos característicos do final da adolescência: as aulas do colegial, as festas (e as bebedeiras), o baile de formatura.

Alguns episódios cruciais no longa-metragem não estão no livro (e vice-versa), mas o resultado é, sem dúvidas, divertido e muito leve. A road trip do trio na companhia das meninas Lacey e Angela, inexistente na versão impressa, é uma ótima surpresa. Assim como a cena em que o grupo faz uma parada rápida em um posto de gasolina – preste atenção, você vai adorar! A menção aos Pokémons (sim, há um momento Pokémon) é muito, muito engraçada.

Cara Delevingne, uma das maiores nomes das passarelas na atualidade, vai bem em seu primeiro papel de destaque no cinema (ela fez pequenas participações em Anna Karenina, de 2012, e em The Face of an Angel, de 2014). Fica claro que a modelo-atriz foi uma escolha acertada: ela e sua personagem têm muito em comum, como o estilo tomboy e o jeito espevitado. Cara é simples, tem talento e se esforça para esconder o sotaque britânico – sua Margo é, com toda a certeza, norte-americana.

O desfecho de Cidades de Papel sofre alterações, mas são bastante positivas. O filme mostra o drama das paixões platônicas, mas valoriza o amor entre amigos e a busca pelo próprio eu. É para assistir com a família – e se deliciar. ESTILO adorou.

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