Pink Block: o rosa vira símbolo da nova onda feminista

Mulheres à luta

Doce, delicado, puro, inocente, frágil. Recatado, do lar, infantil, passivo. Ninguém arriscaria dizer que “revolucionário” se sobreporia aos adjetivos redutores do pink. O máximo de rebeldia pura que a cor havia experimentado até 21 de janeiro de 2017 era figurar nos nomes de Rosa Luxemburgo, pacifista engajada, morta em Berlim por seguidores de Hitler, e Rosa Parks, ativista contra o apartheid nos Estados Unidos dos anos 1950. Luxemburgo militava em camisas fechadas cor de manteiga e longas saias evasê, do cáqui ao cinza, na silhueta ampulheta de um mundo pré-pretinho solto Coco Chanel.

Parks, do alto dos seus 80 e mais anos, passou a se permitir vermelho-cereja na roupa e no batom. Mas a cor, desprezada mesmo por garotas menores de 10 anos em vídeos que viralizaram com questões de gênero (por que meninos têm direito a todas as cores de roupas e brinquedos, e nós não?, perguntavam elas), virou sinônimo de poder feminino quando um mar de rosa inundou das ruas de Amsterdã às geleiras da Antártica contra um presente que não se apresenta como um mar de rosas.

We chose today's #SignOfResistance by @lexx_valdez in response to all of the attempts by Congress to roll back our rights on the Hill this week. Stay watchful. Stay informed. Keep calling. Keep resisting. . Here are 3 things happening today alone: . -The House is voting to repeal the Affordable Care Act and replace it with the American Health Care Act, which, if implemented, would be disastrous for millions of Americans. . -We're on to day 4 of the Gorsuch confirmation hearings for SCOTUS. (Many Senate Dems are moving to filibuster the vote.) . -The Senate is voting on the future of online privacy by using the Congressional Review Act to roll back our online privacy. . If you want to know more, follow these hashtags: #SaveTheACA #StopGorsuch #SaveBroadbandPrivacy. . IMAGE DESCRIPTION: The top half of the artwork is a white background; the bottom half is a red background. In the center appears a black-and-white cutout of Erykah Badu singing and holding a microphone with her finger pointing up towards a circular cutout of a yellow sun. Black cutout lettering spells out "RESIST!" Erykah Badu's finger is the "I" in "RESIST!"

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A princípio uma manifestação contra a agenda machista do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Marcha das Mulheres – que incluiu meninos, homens, gays, trans e cachorros solidários, cada qual com seu toque de rosa – englobou a defesa de fronteiras livres, o direito à saúde pública de qualidade, o respeito à cultura indígena, a mudança para a ecolomia (economia que respeita a ecologia). “Foi uma experiência interseccional, profunda e muito pink”, escreveu a ilustradora Ali Fitzgerald, que desenhou a manifestação em Washington para a revista New York, em que mantém a coluna de quadrinhos Bermuda Square, voltada para mulheres.

A adesão à cor foi espontânea, mas a escolha está longe de aleatória. Como uma imagem tem impacto mais imediato do que mil palavras, a ideia das organizadoras era fazer o pink subir à cabeça.

“Propusemos o gorro rosa para enfatizar a idéia de união e assumir, sem nenhuma vergonha, a força feminina”, dizem as californianas Krista Suh e Jayna Zweiman, criadoras do Pussyhat, gorro com orelhas de gatinho. A dupla criou um site-manifesto e liberou para download o molde de tricô da touca. Dois meses antes da passeata, já haviam sido feitos cerca de 100 mil downloads.

Thank you, @p_ssyhatproject, for creating a symbol of resistance. Long live craftivism! 📷: @cassblackbird

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Cada pussyhat avisa a Trump, o autoproclamado agarrador de xoxotas (pussy, termo pejorativo em inglês utilizado por ele), que o corpo é meu, os direitos idem, e ninguém tasca.

“O pink representa amor, compaixão, empatia, cuidado, qualidades tidas como fracas, mas que são extremamente poderosas.” Como bem instagramou a estilista Tanya Taylor – de casaco cor de chiclete de morango, tranças, botas de camurça pretas, óculos de sol em forma de coração e empunhando “paz e amor” no meio da Quinta Avenida durante a marcha –, temos orgulho de ser pink .“Emancipar-se dos estereótipos e ressignificar uma cor que nos foi imposta na diferenciação entre os sexos é mais ousado do que fazer uma rebeldia black”, diz Iza Dezon, gerente no Brasil da PeclersParis, um bureau francês de estudos de tendência. Em certo sentido, o pussyhat é neto do sutiã queimado. Verdade histórica seja restabelecida: feministas em protesto ao concurso de Miss Estados Unidos em 1968 nunca colocaram fogo na peça íntima.

As manifestantes foram convidadas, sim,a comparecer à passeata, uma entre muitas na época, com sutiãs nas mãos. “Eles encarnavam a maneira como uma cultura machista aprisiona mulheres em padrões de beleza”, diz a cineasta Jennifer Lee, autora do documentário Feminist: Stories from Women’s Liberation, lançado em 2013.

I ❤️️@dior

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Fotos de família, revistas de moda e o filme Jackie, atualmente em cartaz nos cinemas, comprovam a opressão e a formatação em série: mulheres de peitos empinados, pontiagudos e cintura de pilão apertada por cintas – 6 milhões de peças vendidas em território norte-americano em 1962, considerando uma população de 47 milhões de mulheres entre 20 e mais de 85 anos.

“Atear fogo na passarela traria problemas com a lei, então as ativistas preferiram queimar revistas Playboy, entre outros itens, no que elas chamaram de Lata de Lixo Libertadora.” Quando o Women’s Liberation Movement, movimento pela libertação das mulheres, explodiu, a mensagem era antifeminina e antifashion.

Tailleurs rosa-blush à moda da primeira-dama Kennedy deram lugar a looks unissex. Saíram de cena roupas que evocassem o descontentamento das donas de casa de classe média e os papéis sociais rígidos, tema de The Feminine Mystique, livro de Betty Friedan, que acendeu a primeira chama dessa segunda onda feminista nos Estados Unidos, publicado em 1963.

Com o wrap-dress, Diane von Furstenberg era das exceções que defendiam o poder feminino, com sua campanha de 1974: “Sinta-se uma mulher, vista um vestido”. Nos anos 2000, DVF adotaria o slogan “torne-se a mulher que você quer ser”. Freeminism (jogo entre free, “livre”, e feminismo), neofeminismo, feminismo feminino, feminismo interseccional (que reconhece o impacto da cor, classe social, etnia na discriminação de gênero): chame como quiser o movimento atual pelo direito de ser respeitada como ser humano. O feminismo pink aprendeu com as reivindicações dos anos 1960, que por sua vez aprendeu com as sufragistas, que exigiam direito ao voto no começo do século 20, e deu um passo além. “A nova onda feminista assimila o feminino sem deixar de defender que o que a mulher quer hoje é liberdade para ser e aparecer como bem entender”, completa Iza Dezon.

O feminismo pink descredita a caricatura da feminista masculinizada e mal-amada, uma criação dos detratores do movimento sessentista e até hoje em voga, e faz as pazes entre a aparência, seja ela qual for, e a mudança. Na versão 2017 do movimento, entre os cartazes de Feministas contra Fascistas e Lute Como uma Garota, uma rima não deixava dúvida de que a revolução passa pelo se vestir: “How I dress is not a yes” (a forma como eu me visto não é um sim, em alusão às afirmações de que minissaia é um convite ao sexo). “Existe uma rebeldia contra os códigos de aparência”, aponta Iza Dezon.

As mulheres se recusam a serem definidas e julgadas pelo olhar do outro. O que elas querem é se vestir para si mesmas, segundo as próprias vontades e ponto. “Já é mais do que hora de parar com essa ideia ridícula de que mulheres sérias não podem e não devem se importar com seu look”, defende a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, conhecida pela palestra Sejamos Todos Feministas, disponível no YouTube e também editada como livro.

Aos 40 anos, Chimamanda se viu obrigada a defender a total compatibilidade entre sua bandeira por direitos das mulheres e o direito de usar maquiagem, sua inteligência e seu apreço por roupas e bijoux, uma lição aprendida com a mãe. Em 2016, a ativista aceitou o convite para ser o rosto da linha de maquiagem Nº 7 da Boots, marca de cosméticos inglesa. Na campanha, ela confessa que se obrigou, por um tempo, a parar de se embelezar e de usar saltos.

“Virei uma versão falsa de mim mesma.” De modo oposto, mas seguindo o mesmo princípio “faço o que bem quero”, a cantora Alicia Keys, que participou da Women’s March em Washington, deslanchou o #nomakeupmovement a partir de um manifesto em que declara ter sentido o peso da indústria do entretenimento para ser sempre uma camaleoa capaz de manter aceso o interesse dos outros. “Eu me cansei do constante julgamento sobre as mulheres e peço a Deus que isso seja uma revolução”, afirma. “Porque não quero mais disfarçar. Nem meu rosto, nem minhas ideias, nem minha alma, nem meus pensamentos, nem meus sonhos, nem minhas batalhas, nem meu crescimento emocional. Nada.” Alicia se aproxima do credo do Slow Beauty, um movimento lançado em 2015, que prega a liberação da histeria provocada pela indústria da beleza por mais um batom, um peeling ou uma plástica e defende que a beleza é um cuidado constante, que passa pelo prato, pelo bem -estar e por cosméticos naturais.

O pink não virou o novo preto da noite para o dia. Ele é ao mesmo tempo a resposta máxima à ameaça política contra conquistas femininas históricas e o reencontro de uma nova geração com o movimento feminista. Uma espécie de basta contra tantas imposições de todos os lados. O primeiro passo para fazer as pazes com o feminismo veio em 2012, quando Chimamanda Ngozi Adicei fez sua palestra histórica. Sua fala não difere da de Simone de Beauvoir em 1949, época em que a filósofa francesa datilografou, com as longas unhas vermelhas e a mesma idade da nigeriana, hoje seu livro mais famoso, O Segundo Sexo.

As duas defendem que a diferença entre os gêneros é uma imposição cultural – meninas não nascem doces, meninos são agressivos por natureza – e mulheres e homens precisam trabalhar juntos pela igualdade social, política e econômica entre os sexos (além de ideias, é curioso notar como ambas compartilham o gosto por roupas e turbantes estampados e de cores fortes).

Em outras palavras, por que temos de vir em segundo lugar? Ou, como diriam as menores de 10 anos, por que homens insistem em ter direito a tudo e a limitar os direitos da mulher? É na época do lançamento do livro de Beauvoir, aliás, que se consagra a moda do pink para meninas e do azul para meninos. “Os industriais e os lojistas norte– americanos inventaram essa divisão teoricamente se baseando nas preferências de compra do consumidor, mas a verdade é que eles poderiam ter determinado o oposto”, diz a historiadora Jo B. Paoletti, da Universidade de Maryland, especialista em moda e gênero e autora de Pink and Blue: Telling the Girls from the Boys in America (Rosa e Azul: Diferenciando Meninas e Meninos nos Estados Unidos), publicado em 2012. Até meados do século 19, crianças usavam branco por uma razão compreensível para quem tem filhos: é mais fácil para alvejar. As cores pastel entraram em voga na Primeira Guerra Mundial. Ironia da história, o bom senso, ditado pelo comércio, dizia que rosa era para meninos porque é “uma cor forte e decidida, enquanto o azul, delicado e frágil, fica melhor nas meninas”.

O ano de 2013 é considerado o momento em que a palavra feminismo saiu orgulhosa e fabulosamente do armário. Um trecho da palestra de Chimamanda entrou, na voz da escritora, em ***Flawless, uma das faixas do álbum de Beyoncé.

Antes do lançamento do quinto disco, a cantora deu uma entrevista se dizendo uma feminista moderna, que acredita na igualdade, que recusa ser enquadrada em qualquer rótulo e que ama ser mulher. Nesse mesmo ano, as indianas foram às ruas exigindo punição muito mais severa para estupradores, o que deslanchou uma discussão mundial sobre a cultura do estupro. No Brasil, as manifestações saltaram das redes sociais para a praia de Copacabana três anos depois: 420 calcinhas foram estendidas na areia para representar cada uma das mulheres estupradas a cada 72 horas (por ano, são cerca de 50 mil). Cada vez mais celebridades encampam a causa. O músico John Legend defendeu que “todos os homens deveriam ser feministas, porque o mundo é melhor com o empoderamento das mulheres”. A apresentadora Ellen Degeneres condenou o presidente da Abercombie & Fitch pela política discriminatória contra mulheres plus-size: o número maior de calça da marca era 10 (equivalente ao 44). A atriz Jenifer Lawrence convidou as mulheres a amar o próprio corpo tal como ele é: “Se alguém tentar me falar de dieta, eu mando se f&@#%.” Ela também faz parte do grupo de atrizes que condena a diferença de salários entre mulheres e homens.

A cantora Miley Cyrus recusou a se etiquetar como hétero, gay ou bi, preferindo apenas a palavra feminista, porque o que a define não é um parceiro, mas a liberdade de ser quem ela é, inclusive sozinha. “Por muito tempo, aceitamos e esperamos a sociedade mudar. Agora, estamos à frente das mudanças”, resumiu a atriz Charlize Theron.

A moda incorporou a onda de maneira literal. As estilistas da marca Me & You, Julia Baylis e Mayan Toledano, reativaram a calcinha modelo vovó, versão transparente e com a palavra feminist estampada em rosa no bumbum, sem falar nas ecobags com a inscrição “Don’t touch”. Na estreia para a Dior, Maria Grazia Chiuri — a primeira mulher na linha sucessória em 70 anos do primeiro desfile do costureiro Christian — colocou na passarela camisetas com o titulo da palestra de Chimamanda, que estava na plateia do desfile: “We should all be feminists”.

Natalie Portman, garota-propaganda da maison, vestiu a camiseta para a Marcha das Mulheres em Los Angeles. Valentino, Gucci, Céline, Bottega Veneta, Chloé,Balenciaga e Isabel Marant, entre outras marcas, tingem a coleção de verão 2017 de rosa-chá, framboesa, coral, romã, persa, macaron de morango, flúor – e isso já aparece nas escolhas das celebridades para os vestidos do tapete vermelho.

“O rosa representa a alegria, o frescor, a vida e eu penso que nesse momento sombrio precisamos disso”, diz Farida Khelfa, atriz, cineasta e antes de tudo manequim adorada de Jean-Paul Gaultier e Azzedine Alaïa. Farida é também a embaixatriz da maison de alta-costura, que lançou o pink, em 1937, primeiro em forma de perfume e depois em longos vestidos de seda. Com frasco na cor que ficou conhecida em português como rosa-choque, o Shocking of Schiaparelli representava a ideia de fantasia e de irreverência da couturière. Schiaparelli definia o tom como “brilhante, impossível, despudorado, generoso, como se toda a luz, os pássaros e os peixes do mundo fossem reunidos no mesmo lugar”.

“Entendo o rosa como a primeira resposta da moda a esse movimento espontâneo da rua, mas acredito que ainda estamos para ver como os estilistas responderão à altura do que estamos pedindo: sair do fantasma do corpo perfeito da modelo, nos reapropriarmos do nosso corpo. Ele nos pertence, fazemos dele o que bem queremos”, completa Farida. Uma das pistas é ficar de olho no que a maison Elsa Schiaparelli, relançada em 2015 com a alta-costura depois de 60 anos no limbo, vai propor como prêt-à- porter, previsto para chegar às passarelas no ano que vem.

“Temos de encorajar a moda a ser mais pró-mulher”, diz Stella McCartney. A estilista inglesa propôs engarrafar o feminismo no perfume Pop há um ano: escolheu a rosa para trazer um cheiro de graça e movimento, mas principalmente de história, por lembrar outras gerações, e notas de sândalo porque adicionam masculinidade. Stella ecoa as palavras de Coco Chanel, que se vangloriava de ter libertado as mulheres de roupas feitas para um momento em que elas eram consideradas “inúteis e imóveis”. Agora que somos úteis e móveis, graças aos nossos esforços, o que a moda pode fazer por nós, além de nos embonecar? “Precisamos entrar numa era mais gentil e amorosa também na produção. A tecnologia está aí para poupar animais do sofrimento”, diz.

Sua grife hoje se destaca no Fashion Transparency, um índice preparado pela Fashion Revolution, empresa sem fins lucrativos baseada em Londres, que analisa a cadeia da moda para saber de onde vêm as roupas e suas condições de produção.

São questões que uma mulher livre, poderosa e conectada ao mundo não pode mais deixar de se colocar, segundo Stella. E se somam a outras: eu gosto e preciso realmente dessa peça ou estou agindo no modo maria-vai- -com- as-outras?

Afinal, representamos 70% do mercado consumidor de moda – e este poder influencia a vida não só das mulheres mas também de homens e crianças que trabalham atrás das máquinas de costura. “Gosto de observar o que se passa na indústria alimentícia hoje para ter pistas de como a moda vai responder daqui a alguns anos diante de uma nova consumidora”, diz Orsola de Castro, diretora criativa e uma das fundadoras do Fashion Revolution.

Num gesto de autocuidado e amor-próprio, aprendemos a pagar mais por um tomate orgânico, nos aproximamos do pequeno produtor, buscamos sabor, saúde. “Precisamos resgatar a noção de que a roupa é a nossa pele ‘eleita’, aquela que escolhemos para nós, e, por isso, comprar aquilo que amamos de verdade”, defende Orsola.

Ela precisa ser cuidada e reparada com amor. Farida Khelfa só sai às compras em busca de uma peça precisa, previamente escolhida. Orsola fez o upcycling das roupas das avós e da mãe. Ambas acreditam que vamos assistir a uma nova estética, que irá passar pela valorização do feito a mão. Por hora, os esforços de resistência, como disse a feminista Gloria Steinem na Marcha das Mulheres em Washington, estão nos gestos cotidianos: coloquem seu corpo onde estão as suas crenças.

“Vamos ver uma nova imagem da mulher no futuro. Algo que nos destaque pelo que somos e precisamos de um visual que apoie isso”, prevê Orsola. “Afinal, amamos roupas e amamos maquiagem, mas elas precisam nos servir, e não o contrario.”

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